Psych

O inverno de Porto Alegre parecia incrivelmente deprimente naquele ano. Sofia andava em direção ao auditório do curso de história. Sabia que não seria recebida com a glória de quem fez uma grande descoberta. No entanto, sabia que havia sim feito uma, não, duas grandes descobertas.

- É incrível! Como pode ter acontecido isso? Pensava ela enquanto abria a porta lateral do auditório.

Entrou, olhou ao redor, viu o rosto dos membros da banca, dos demais professores, viu as imagens das ruínas de Pompéia projetadas na tela, lançou os olhos em direção da platéia e nenhum rosto parecia familiar, a não ser o de um Padre negro que sentara na primeira fileira. Ela não lembra de onde, mas sabia que já havia visto aquele rosto em algum lugar.

Respirou fundo, concentrou-se, começou a sua palestra narrando a grande descoberta que fizera nas ruínas de Pompéia. Após 45 minutos, terminou a palestra, mirou nos olhos incrédulos dos professores antigos do curso que revelavam seu pensamento: “Como pode ela, tão jovem, acreditar ter feito uma grande descoberta?”. O Efeito de tais olhares fez com que ela desejasse sair dali o mais rápido possível. Somente uma pessoa naquele auditório demonstrava acreditar nas suas palavras, o padre negro.

Ela, rapidamente, se desvencilhou de todos e rumou em direção da porta lateral, ansiando ver-se livre daqueles olhares, quando ouviu uma voz serena que lhe disse: “Você não contou todas as suas descobertas, né?”

6 comentários:

Debora disse...

Mazaaaaaaaaaaaaaaaa

ficou mto fera**

Claustrospelunker disse...

até que tá bonitinho agora

Claustrospelunker disse...

é psych celito :P

Debora disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Debora disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Debora disse...

Agora ja era


claro q tá bonitinho...agora eu apareço

huahuahauhauha